CYCLO MAGAZINE
             Jan. / Fev./2008
                   N° 138
Produtos
Rodas montadas ganham preferência dos consumidores mais exigentes

A união de qualidade e beleza em produto fabricado utilizando alta tecnologia pela Vzan conquista lojistas e consumidores. São as rodas montadas com suas medidas exatas, leveza e resistência.
Evento
Convenção de representações em sua terceira edição tem como objetivo o aprendizado

"Nosso objetivo em convenções é aprender". Com esta frase Nilton Falcato e Luiz Augusto Oliveira definem o valor e a importância de cada convenção, onde reúnem parceiros, distribuidores, funcionários e outros profissionais. Eles estão preocupados em aprender. Na troca de experiência, falar e ouvir, discutir e se reciclar. Sabem que esta é a melhor forma de crescer e se fortalecer no mercado
Crônica
O crítico e o criativo

Em minha palestra "O Meu Everest", trato dos desconfortos de minha viagem pela trilha até o Acampamento Base do Monte Everest em 2001, enfrentando cami-nhadas de mais de 8 horas, banheiros deploráveis, frio, tonturas e vômitos. Ainda no Brasil, durante minha preparação psicológica para a aventura, considerei duas opções para encarar a viagem: o ponto de vista crítico e o criativo.
Negócios
De Piracicaba para o Brasil, empresa investe na produção de adesivos para bicicletas

Os investimentos na aquisição de equipamentos automatizados de alta produção fazem parte do plano de expansão da Imagem Impressão Digital, que prevê a busca de novos parceiros e a divulgação mais intensificada de sua marca no setor de bicicletas
Empresa
Um longo projeto que se concretiza com a mudança para as novas instalações dará seqüência à empresa fundada há 11 anos

Em Jaboticabal, os sócios remanescentes da Metalbello dão seqüência aos projetos de Eduardo Tadeu Di Bello, falecido diretor da empresa. O primeiro importante passo foi a mudança para o novo endereço no Distrito Industrial Bruno Verardino, em instalações compatíveis aos objetivos de produção com qualidade e competência no atendimento à demanda de mercado
Abraciclo
A indústria de bicicletas no Brasil

Antes de abordar a atual situação do segmento de bicicletas no Brasil é interessante conhecer, um pouco, o início desta história.
Feira
Taipei Cycle 2008: Novo Centro de Exposições e novos conceitos nos produtos fazem o sucesso do evento

Cada vez mais focados no objetivo de modificar radicalmente o conceito de produtos de baixa qualidade e preço de pouco valor agregado, os taiwaneses realizaram a Taipei Cycle Show neste 2008, inaugurando moderno Centro de Exposições após anos de construção, reunindo autoridades locais e internacionais, tanto políticas quanto do mundo de negócios. Brasileiros também estiveram presentes no evento.
Da Redação
Ramires continua ganhando competições. Vipal cresce e é multinacional. Equipe S.O.S Mata Atlântica vence desafio. Comércio Brasil-China sob observação de informativo da C.N.I.

Ramires é prata no Pan-Americano de MTB da Colômbia
Eduardo Ramires conquistou a me-dalha de prata na categoria Máster (45 a 49 anos) no campeonato Pan-Americano, dispu-tado na cidade de San Juan de los Morros, na Colômbia. A prova foi vencida pelo colombiano Carlos Alfonso Muñoz. O Brasil também ficou com a medalha de bronze nessa categoria com o atleta Adolfo de Oliveira, o ‘Peninha’, de Ilhabela.
Taí uma notícia que tenho o maior prazer em divulgar. O Ramires é um tremendo batalhador. Lembro dele ain-da garoto nas provas de bicicross. Os seus contemporâneos daqueles anos em que a molecada começava a descobrir os esportes radicais sobre bikes, com raríssimas exceções, há muito tempo deixaram as pistas, mas Ramires continua firme na prática. Parabéns!

Vipal anuncia fábrica no México
Com investimentos de US$ 40 mi-lhões esta será a primeira unidade fabril da empresa fora do Brasil. Participação no mercado mexicano está acima da casa dos 10%. Mas com a produção local estima-se dobrar este número até 2010. O México é um dos mercados mais estratégicos para praticamente todas as companhias do mundo, independente do segmento de atuação.
Localizado no centro da América, com uma grande população e marcado pelo desenvolvimento constante, o país sempre representou um dos principais mercados para a Vipal. A empresa exporta para o país há vários anos, mas foi a partir de 2004 que a operação “ganhou corpo”, com a abertura de uma filial em terras mexicanas.
A nova fábrica será instalada em Aguascalientes, no Parque Industrial San Francisco, e ocupará uma área de 31.600 m2. A Vipal, que hoje é um grande conglomerado, com empresas que atuam em mercados diversificados, começou sua história nos idos de 1973, produzindo reparos de borracha para câmaras de pneus de bicicletas. Cresceu, evoluiu e ganhou espaço em outros setores como a ressolagem de pneus para caminhões.
O importante é que eles não se limitaram a reclamar do mercado de bicipeças. Procuraram alternativas e alcançaram sucesso. Um bom exemplo para outras empresas do segmento que têm potencial para crescer e ampliar suas ações de produção e comercialização.

SOS Mata Atlântica vence Brasil Wild Extreme: A Corrida das Fronteiras
Depois de cinco dias de muita aventura, calor, desafios e, acima de tudo, muita força de vontade, chegou ao fim a Brasil Wild Extreme – A Corrida das Fronteiras. O primeiro lugar ficou com a equipe SOS Mata Atlântica, seguida da Selva NSK Kailash e em terceiro a Quasar Lontra, todas de São Paulo. A competição começou na segunda-feira dia 07/04 em Paulo Afonso-BA, no Rio São Francisco e terminou na madrugada de sexta-feira, 11/04. Passou por quatro estados do Nordeste – Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco, em um total de 120 horas e 540 km de canoagem, trekking, mountain bike, natação/flutuação e técnicas verticais.
O forte calor, o sol intenso e um percurso extremamente difícil contribuíram para que a prova ficasse ainda mais emocionante. Das 58 equipes que largaram apenas nove terminaram a prova sem passar por nenhum dos cortes, e 18 não completaram a disputa.
A equipe SOS Mata Atlântica liderou toda a competição e venceu com o tempo de 81h20min. A equipe dormiu apenas 3 horas durante toda a competição.

Balança Comercial Brasil-China
Transcrevo abaixo interessante informativo que recebemos e que diz respeito às relações comerciais entre Brasil e China, além do comportamento de ambos os países em mercados prioritários para os exportadores brasileiros. Interessante observar o crescimento do país asiático na balança comercial em comparação ao desempenho brasileiro. Tirem as suas conclusões: “A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga em seu site (http://www.cni.org.br) a primeira edição do Observatório Brasil-China, produto trimestral elaborado pela Unidade de Negociações Internacionais da instituição. O informativo analisará o comércio brasileiro com a China, a concorrência entre brasileiros e chineses em terceiros mercados e também questões relacionadas à defesa comercial, como processos antidumping.
A primeira edição do Observatório Brasil-China aponta que, pela primeira vez nessa década, o saldo da balança comercial entre os dois países pende para o lado chinês. O Brasil vinha tendo superávits com os chineses desde 2001, mas, no ano passado, a China exportou US$ 12,618 bilhões para o Brasil, ante US$ 10,749 bilhões em produtos e serviços comprados dos brasileiros. O lado positivo é que a corrente de comércio nunca foi tão grande entre os dois países, tendo se multiplicado por 10 entre 2000 e 2007.
Apesar dessa virada no saldo, as exportações brasileiras para a China estão em um bom momento, pois têm crescido a um ritmo mais acelerado do que para o restante do mundo. Entre 2006 e 2007, o crescimento das vendas brasileiras para o país asiático foi de 27,93%, superior aos 22,93% verificados de 2005 para 2006. As importações de produtos chineses, contudo, vêm crescendo a uma velocidade ainda maior: 57,91% em 2007 ante 2006.
O Observatório Brasil-China analisou as exportações brasileiras para o país asiático. Há uma crescente concentração nos produtos básicos. Os minérios, por exemplo, responderam por 35,4% das vendas brasileiras para a China no ano passado. Quando somam-se aos minérios as sementes e oleaginosas (basicamente a soja), a participação chega a 60%. Os produtos básicos foram, no ano passado, responsáveis por 76% das exportações brasileiras para a China, contra 17% dos produtos semimanufaturados e 7% dos manufaturados.
O informativo mostra ainda que há uma tendência de estabilização da
participação dos produtos nacionais na pauta de importações chinesas.
Depois de um crescimento expressivo no começo da década, tendo dobrado entre 2000 e 2003, a participação brasileira nas importações chinesas praticamente estacionou nos dois últimos anos: 1,83% em 2006 e 1,92% em 2007. Hoje o Brasil é o12º maior exportador para o mercado chinês. No lado das importações de produtos chineses, os bens de capital e os eletroeletrônicos são mais da metade da pauta. Os produtos manufaturados responderam por 95% de tudo o que o Brasil comprou da China em 2007, num caminho inverso ao ve-rificado nas exportações brasileiras para o parceiro asiático. Os produtos básicos correspondem a 4% das importações brasileiras da China e, os semimanufaturados, a 1%.
A primeira edição do Observatório Brasil-China analisou ainda a competição do Brasil com a China em dois mercados prioritários para o
Brasil: Estados Unidos e Argentina. Nos Estados Unidos, verificou-se que a China é um fornecedor relevante na maioria dos produtos brasileiros exportados para lá. No ano passado, a China ultrapassou o Canadá como o maior vendedor para os EUA, depois de ter do-brado a participação nos últimos oito anos. A China respondeu por 16,46% das compras de importados, 16ª posição entre os fornecedores principais para o mercado norte-americano.
No caso do mercado argentino, a China tem aumentado conside-ravelmente a concorrência com as empresas brasileiras. O Brasil ain-da é o líder no mercado vizinho, porém viu sua participação cair de 35,91% em 2006 para 32,48% no ano passado. No mesmo período, a China praticamente dobrou sua participação nas importações argentinas, apesar da distância e dos fretes caros: foi dos 6,3% em 2006 para 11,39% no ano passado.
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