CYCLO MAGAZINE
             Julho/2006
                   N° 124
Especial
Dádiva e David: referências de qualidade, amizade & perseverança no setor

Foram necessários apenas 16 anos para que a empresa nascida sob a inspiração da palavra ‘Dádiva’, cujo significado lato é presente, se consolidasse como uma das mais importantes distribuidoras de peças e acessórios no segmento. Parceria e amizade são os vínculos iniciais que permanecem, acrescidos dos valores de qualidade e profissionalismo imprescindíveis para o sucesso em qualquer atividade

A empresa
Como muitos outros empresários ou profissionais que atualmente lideram e dirigem empresas de sucesso no setor, David Carlos Antônio, também iniciou sua carreira profissional na Caloi. Passou por vários departamentos, entre eles os de propaganda e cobranças externas e foi criando neste ínterim amizades e conhecimentos que foram sumamente importantes quando resolveu criar a sua própria empresa em 1989. www.dadiva.com.br - Matéria completa na revista impressa.

Capa
Em sua 2ª Convenção, diretores da Hall One falam sobre o evento, a busca de qualidade e os caminhos do setor

Num evento que busca conhecimento técnico e desenvolvimento junto às empresas que representam, a Hall One reúne e aproxima sua equipe de vendas, discutindo cada detalhe para que seus profissionais saibam exatamente, quais estratégias e direcionamento a tomar

A Hall One, empresa que representa três grandes indústrias do setor de bicicleta - Pro-X, Vzan e Sundown - realiza sua segunda Convenção, com a intenção de mostrar como funcionam essas companhias. Com este evento, a empresa define como será sua estratégia de atuação no mercado e quais medidas vão tomar a partir do segundo semestre deste exercício e para o próximo ano.
Os diretores da Hall One, Luiz Augusto de Oliveira da Silva e Nilton Falcato de Souza, fazem o contato com essas empresas que representam, funcionando como um canal intermediário. Um dos objetivos da Convenção é oferecer a oportunidade dos representantes da Hall One terem contato direto com essas empresas através de palestras, exemplos práticos e troca de experiência. “Desta forma, há um maior aperfeiçoamento profissional. Nossos vendedores passam a conhecer detalhadamente os produtos que representam, o que nem sempre é possível através de uma tabela, ou de um catálogo”, diz Luiz Augusto.
Segundo Nilton, todas as informações são de extrema importância, aqui elas são passadas, avaliadas e discutidas com o intuito dos representantes se alinharem às novas diretrizes das empresas no mercado. “Para tanto, recebemos a visita de diretores, gerentes e equipes comerciais, sempre da divisão de bicipeças de cada uma delas”. Continua: “com esta Convenção que dura de dois a três dias, fazemos com que as empresas aqui representadas, exemplifiquem exatamente como cada peça funciona, como é o sistema operacional dos departamentos financeiro e de cobrança de cada uma delas, e o que estão fazendo para que nossos vendedores coloquem em prática as mudanças e evoluções no mercado, em uma linguagem única”, esclarece.
Nunca se consegue manter uma equipe 100% sem fazer algumas mudanças, por ‘n’ motivos. Os representantes presentes na Convenção do ano passado, com determinado nível de instruções, puderam aproveitar ao longo dos doze meses todas as informações adquiridas, assim como as mudanças para as quais se prepararam. E neste meio tempo muita coisa mudou, evoluiu. “Os fabricantes mudam, fazem coisas novas, diferentes. Como sabemos, o mundo muda a cada cinco minutos. E estas informações não podem parar, elas têm que ser trocadas e digeridas pelo mercado”, salienta Luiz Augusto.
Como resultado de todo essa forma de atuação, Nilton avalia: “os nossos clientes demonstram grande satisfação em trabalhar conosco, pois nos dedicamos e fazemos bem feito tudo o que nos propomos. Escutamos e procuramos nos aprimorar sempre, porque existe aí uma troca de informações, o chamado ‘diálogo profissional’, o que gera uma evolução no nosso processo de trabalho”.
Para Luiz Augusto, a união, dele e do Milton, gera exatamente isto: “a busca de qualidade dos nossos serviços para o consumidor dos nossos clientes, seja da Pro-X, Vzan ou Sundown, que estão investindo cada vez mais em conhecimento, tecnologia e aprimoramento. Muitas empresas do segmento visam o lado financeiro, e não se atêm ao lado profissional”, diz.
“O mercado de bicicleta é muito pouco profissional”
A Hall One acredita que a falta de profissionalismo não se dá somente na área dos representantes, clientes ou distribuidores, mas do mercado como um todo. A partir dessa avaliação, a idéia que os seus diretores têm é de se profissionalizarem cada vez mais. “Não trabalhamos apenas em função do dinheiro que possamos ganhar, mas principalmente em buscar do profissionalismo, porque, com certeza, o retorno financeiro virá em seguida”, fala Nilton.
Os diretores da Hall One observam que o trabalho que têm feito para suas representadas vem contribuindo para o crescimento de cada uma delas. A Vzan antes não era líder de mercado, e hoje é. A Pro-X, dentro do segmento que atua, é considerada líder. E a Sundown tem 28 representantes espalhados pelo País. Não é à toa que a Hall One se orgulha de ganhar, em primeiro lugar, um concurso como representante da marca Sundown. “Foi uma campanha nacional de vendas, onde estavam incluídos os representantes de motos, bikes e bicipeças da empresa no Brasil. Nossa equipe se saiu vitoriosa, pois estava treinada para vencer. Procuramos evoluir através de pessoas preocupadas em não deixar a vida passar”, salienta Luiz Augusto, completando que como prêmio ganharam uma motocicleta da empresa, cujo valor foi dividido igualmente para toda a equipe.
Segundo Nilton, o segmento não evolui porque não existe um trabalho de aperfeiçoamento, de ensinamento específico para cada vendedor ou lojista. “Não há aproximação entre o mercado e o profissional, falta entrosamento e informação”, comenta.
“O segmento bike está muito estagnado”
Segundo os diretores da Hall One, o setor tem um sério problema de crescimento, principalmente num grande centro como São Paulo, onde não há espaço para se andar de bicicleta. “Por isso, salientamos que não há profissionalização do setor”, reforça Nilton. “É necessário que haja novo incremento junto aos governos municipal, estadual e federal, assim como a implantação de ciclovias e ciclofaixas, que reservem espaço para as crianças pedalarem e aprenderem a andar de bike”, diz.
No interior do Estado, a bike é usada como meio de transporte, analisa Luiz Augusto, citando que em cidades como Araçatuba e Franca, o movimento de bikes é intenso. Lá, os carros respeitam os ciclistas. Já em Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo, onde o fluxo de carros é intenso e não tem ciclovias, torna-se perigoso, complicado e improvável pedalar.
“Eleger um parlamentar pelo setor é bom e muito importante, desde que isso não tenha um custo muito alto depois. Esse parlamentar tem que ser muito bem escolhido para não causar problemas no futuro, e para que seu plano de ação não se torne uma dívida. O eleito deve ter plena consciência de que o ato de andar de bicicleta é saudável e traz bem-estar para a população. Dessa maneira, precisa saber que a criação de ciclovias e ciclofaixas são necessárias para que as pessoas possam ter segurança no trânsito, não se não tratando apenas uma coisa boa para ele, ou seja, garantia de votos”, salienta Nilton.
Na opinião dele, é preciso haver profissionais que divulguem a bicicleta para que o segmento possa sair dessa estagnação. “Mostrar que a bicicleta é benéfica, possível, e que, como em certos países europeus, a bike tem mais status que o próprio carro. Faltam leis que protejam o próprio usuário da bicicleta, conscientizando o ciclista que ao andar à noite é indispensável a utilização do refletor e ainda sobre os perigos que corre quem pedala na contramão, entre outras normas de segurança ”, conclui.
E-mail: hallone@fox.com.br

Produtos
Transportadores de bicicletas: Dentro ou fora da Lei?

Transportar bicicletas em automóveis requer atenção e cuidados. Entidades como Denatran, Abraciclo e Polícia Rodoviária discutem as leis que permitem transportar bicicletas na parte externa dos veículos. O diretor executivo da Abraciclo, Moacyr Paes, ressalta que a legislação fiscaliza apenas a maneira como os motoristas transportam as bicicletas em seus veículos, pois ainda não existe fiscalização para os produtos fabricados. Entrevistamos fabricantes do setor que mostram os modelos comercializados no mercado, informando que os racks produzidos estão de acordo com a legislação.

Em viagens, passeios, ou até mesmo para se deslocar a um local de treino ou prova de ciclismo, os transportadores de bicicletas em automóveis são de grande utilidade e bem-vindos para diversas ocasiões.
Atualmente, o mercado oferece algumas opções de racks, nome como são chamados também estes transportadores, que são específicos para bicicletas, e podem ser instalados no teto do automóvel, em sua traseira e também em seu interior.
Porém, existem algumas orientações e regras para este transporte que devem ser seguidas. Foram entrevistadas as empresas: Bleckmann; Caloi (www.caloi.com.br); Metalúrgica São Bernardo (metalsaobernardo@terra.com.br); Thule (www.thule.com.br) e as instituições: Denatran (www.denatran.gov.br); Abraciclo (www.abraciclo.com.br) - Matéria completa na revista impressa.

Mercado
Levorin alerta sobre pneus falsificados

Em nota à imprensa, a Levorin informa que sua produção e faturamento estão sendo afetados pelas falsificações. Segundo o gerente da unidade de bicicletas do grupo, Eduardo Tavarez, os produtos são fabricados na China e vendidos no Brasil, usando modelo e CNPJ da tradicional empresa no mercado. Ministério da Justiça começa a ouvir fabricantes prejudicados

A Pneus Levorin, maior fabricante de pneus para bicicletas das Américas, informa que estão sendo comercializados, no Brasil, pneus falsificados com as marcas Discovery e Carioca, produzidos na China. A compra e comercialização desses pneus falsificados é crime passível de multa e prisão.
Os falsos pneus de bicicletas, que entraram no mercado nacional há cerca de três meses, imitam o modelo convencional da indústria brasileira, têm a mesma medida e desenho da linha original (26 x 1½ x 2) e trazem, ainda, o CGC da Levorin. www.levorin.com.br - Matéria completa na revista impressa.

Feira
Abrin, uma feira onde brinquedo é coisa de gente grande

Um mercado extremamente promissor é o que garante a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), satisfeita com os resultados da feira. O número de visitantes compradores atacadistas e varejistas, criadores de idéias, fabricantes, importadores, exportadores, donos de lojas, assim como de expositores, vem crescendo cada vez mais. Nesta edição, recebeu uma visitação em torno de 15 mil profissionais. Hoje a Abrin já é considerada o maior evento de exposição de negócios de brinquedos da América Latina. Ocupando 13 mil m2 durante quatro dias, 200 fabricantes brasileiros de brinquedos apresentaram ao mercado cerca de 800 lançamentos que vão movimentar o mercado a partir do segundo semestre.

O mercado de brinquedos em geral é crescente, todo o segmento infantil e infanto-juvenil é sempre bem aceito, movimentando um bom capital de giro durante o ano. O público freqüentador da feira vem atrás de novidades, sejam elas nacionais ou importadas, buscam preços, boas idéias, cores vivas que possam alegrar a vitrine de suas lojas e movimentar o seu comércio. www.abrin.com.br - Matéria completa na revista impressa.
Consultoria
Parcelamento Débitos Tributários – PPI (SP/SP) e Refis III (Governo Federal)

Dra. Camila Machado de Oliveira, advogada especialista em Direito Tributário, explica como será o novo programa de parcelamento de dívidas para empresas acertarem suas pendências com Receita e INSS.

Foi Dada a Largada! Teve início em (04/07/06) o processo eleitoral 2006, do qual sairão eleitos, presidente da república, governador, deputado estadual e deputado federal. E o parcelamento é uma ótima oportunidade para se “matar dois coelhos com uma cajadada só”, ganhar votos e arrecadar dinheiro para o erário! Matéria completa na revista impressa.

Exposição
Feira de Shanghai: importações se tornam atrativas para o mercado brasileiro de bicicletas

Com a baixa do dólar, os produtos chineses se mostraram convenientes para os importadores brasileiros, enquanto a indústria nacional vê essa demanda por produtos da China como uma preocupação para o mercado. Os principais elementos observados nessa feira foram as tendências dos fabricantes chineses de criarem linhas de produtos para mercados específicos (customização). Os chineses têm linhas de produtos para cada mercado, se adequando às características de cada país e clientes.

A 16ª edição da China International Bicycle & Moto Fair, realizada em Shanghai – China, registrou novos feitos para o mercado no primeiro semestre deste ano. Com 80.500 m², 966 expositores e quase 100.000 visitantes de 73 nações, a feira confirmou a vocação, o poder e o reconhecimento da indústria chinesa em escala mundial. Com o lema “Gozando uma vida saudável com bicicletas”, a exposição ocorreu no novo Centro Internacional de Exposições. Matéria completa na revista impressa.

Convenção
O brilho da 31ª Convenção Isapa feita para profissionais brilhantes

O pontapé inicial de mais esta convenção se deu no Hotel Novotel, em São Paulo, e reuniu mais de 200 profissionais da empresa, que, através da palestra de abertura feita por Waldemar Niclevicz, escalaram o ‘Pico do Everest’ - o desafio que há dentro de cada um de nós. E para se chegar ao topo é necessário confiança, perseverança, força de vontade e, sobretudo, ‘acreditar que somos capazes’.

Primeiramente, Isacco Douek falou com maestria e cordialidade a todos os funcionários: administrativos e representantes; prestadores de serviços de todas as partes do País. Deu as boas-vindas em nome da Isapa, dele mesmo, de Alberto Douek e do respeitado gerente nacional de vendas, Antonio Momoli.
Falou com entusiasmo sobre os expressivos números que a Isapa alcançou neste último exercício, parabenizando a todos pelo bom desempenho em suas funções, expondo que as metas lançadas foram atingidas. www.isapa.com.br - Matéria completa na revista impressa.

Novidades
Dream Bike inova criando novos triciclos

A empresa desenvolve bicicletas especiais para cada ocasião, adaptando o veículo de acordo com as necessidades e bem-estar dos clientes e usuários.

Idealizada e dirigida por Sérgio Ribeiro, a Dream Bike é uma empresa que atua no mercado de bicicletas desde 1993. Nessa trajetória, adquiriu grande experiência no setor e percebeu a necessidade do consumo de veículos alternativos, tanto para pessoas que curtem bicicletas exóticas como para deficientes físicos, que realmente necessitam de um meio de locomoção.
Pensando neste nicho de mercado, a Dream Bike passou a desenvolver projetos especiais para cada situação, adaptando o veículo de acordo com as necessidades dos seus clientes e usuários. Hoje a empresa conta com a produção de diversos veículos. www.dreambike.com.br - Matéria completa na revista impressa.

Abraciclo
A Bicicleta e o Código de Trânsito

Em seu artigo, o diretor executivo da Abraciclo, Moacyr Alberto Paes, aborda o tema: A Bicicleta e o Código de Trânsito

“Na edição anterior comentamos nossa preocupação frente ao número de acidentes envolvendo as bicicletas e os ciclistas. E muitos desses são causados por falha humana e pelo simples desconhecimento das normas de circulação do Código de Trânsito Brasileiro e também dos direitos e deveres daqueles que utilizam a bicicleta, principalmente como meio de transporte. Esse desconhecimento não é só dos ciclistas, mas também dos motoristas. Vamos, desta vez, procurar esclarecer um pouco mais o assunto, falando da obrigatoriedade da utilização de equipamentos de segurança e também de algumas normas de conduta para, desta maneira, contribuir para um trânsito mais seguro”. www.abraciclo.com.br - Matéria completa na revista impressa.
Abradibi
O Futuro da Indústria Brasileira de Bicicletas

Artigo elaborado pelo consultor de Política Industrial da Abradibi, Simefre, Abraciclo e Anip explica dois fatos recentes de congregação de esforços de toda a cadeia produtiva que marcam uma nova fase histórica da indústria brasileira de bicicletas: o processo de acordo intra-setorial para as mudanças nos PPBs - Processo Produtivo Básico de Bicicletas na Zona Franca de Manaus e a criação do Instituto Pedala Brasil, com o objetivo de dinamizar o mercado nacional

O Brasil, no bojo da industrialização substitutiva das importações, conseguiu implantar uma cadeia produtiva de bicicletas, praticamente auto-suficiente.
A abertura da economia, no início dos anos 90, promoveu uma reestruturação produtiva associada à produção de bicicletas com câmbio na Zona Franca de Manaus. www.abradibi.com.br - Matéria completa na revista impressa.
Da Redação
Robério e Raphael já estão em novas empresas. Anip vai ao Governo. Outro americano ganha o Tour de France. Guarulhos investe R$ l30 mi em ciclofaixa e Armazéns Paraíba aniversaria

Coluna de Osmar Silva comenta as principais notícias do setor. Matéria completa na revista impressa.
CYCLOMAGAZINE - Edições anteriores

Clique nas Edições abaixo para conhecer o conteúdo das mesmas

 


Para Anunciar !!!

Ligue:

(011)3461-8401
(011)3461-8400